Joo, Marlon e Elisngela: Multiplicadores de um mundo melhor

João, Marlon e Elisângela: Multiplicadores de um mundo melhor

Eles são voluntários e exemplo como mestres na vida de dezenas de pessoas. Conheça-os.

 

Uma das figuras mais importantes na formação de qualquer pessoa é aquele que ensina: o mestre, o professor, uma inspiração, um amigo. Ensinar vai muito além das disciplinas educacionais e dos limites de uma escola. Todos podem ser multiplicadores do conhecimento capaz de mudar rumos e futuros.

Hoje, apresentamos três voluntários, colaboradores da Credicitrus e que foram grandes mestres em suas comunidades, compartilhando seus aprendizados e segurando a mão de quem precisava de uma inspiração, um norte ou uma palavra de apoio.

Conheça o João, o Marlon e a Elisângela.

 

Processo de evolução

 

O João Roberto Fanhani Filho, 36 anos, é gerente de negócios na Credicitrus de Novo Horizonte, no interior de São Paulo. Na época da faculdade, quando estava no 3º ano da graduação em Matemática, na cidade de Catanduva, ele decidiu seguir os moldes de um projeto social e, junto com outros colegas de outros cursos, iniciou um cursinho pré-vestibular para os estudantes da rede pública de ensino.

“Eu fiquei responsável pelas aulas de Matemática, uma colega ficou com a disciplina de Física, outro de Biologia... Encontramos uma sala disponível no centro da cidade, anunciamos nas escolas o curso e, aos sábados, começamos a dar as aulas, 4 por dia e 25 alunos na turma”, afirma.

João deu aulas no cursinho até 2018, mesmo depois de ter terminado a faculdade, mas deixou a missão às turmas que estavam começando a graduação, de dar continuidade ao projeto.

“Eu posso ser um multiplicador dos meus conhecimentos em benefício de quem mais precisa. É um processo de evolução e de troca: eu aprendo e ensino o que aprendo. Eu me sinto útil e mudo a realidade da minha comunidade”, enfatiza.

 

Pequenas atitudes, um mundo melhor

 

O Marlon da Silva Santos, 29, é assistente de Backoffice na Matriz da Credicitrus, em Bebedouro, São Paulo; e o que o incentivou a realizar um trabalho voluntário foi a afinidade com o voleibol.

“Foi há 10 anos atrás, quando as escolas de Bebedouro começaram a abrir aos sábados para fomentar atividades de esporte e cultura para os alunos e a comunidade. Comecei a dar aulas de vôlei e percebi como esse ato era importante na vida daquelas pessoas: a maioria era de baixa renda e, praticando o esporte, eles ficavam longe da violência e das inseguranças do futuro”, diz Marlon.

O trabalho voluntário é uma atitude que vai de encontro ao propósito da Ação Social Cooperada, nestes 14 anos de atuação através da Credicitrus e da Coopercitrus de não ficar só esperando as coisas mudarem, mas ser parte da transformação, e propor ideias firmes para que a vida de milhares de pessoas seja, de fato, impactada e melhorada.

“Se quisermos mudar o país e o mundo, temos que mudar as comunidades. E as pequenas atitudes são essenciais para fazer isso acontecer”, reafirma Marlon.

 

Educação financeira transforma

A Elisângela Cristina Batista Cunha é gerente de negócios na unidade da Credicitrus em Ibitinga, interior de São Paulo, e seu trabalho voluntário começou com sua afinidade com as finanças e a vontade de plantar uma sementinha duradoura na vida das crianças de um colégio local.

“Fui convidada para dar uma palestra falando sobre economia e investimentos para os alunos de 7 a 10 anos. Fiz uma apresentação super legal mas, antes de começar a palestra pedi para os professores darem continuidade ao projeto, por ser muito importante. Falei sobre dinheiro, como ele surgiu e para que serve, e deixei um desafio para a criançada: cada um tinha que juntar uma moeda por dia”, afirma Elisângela, que contou com os professores de artes para construir cofrinhos de garrafa pet para efetivar o desafio.

Os alunos conseguiram juntar mais de mil reais depois de um tempo e a Elisângela incentivou o pessoal a escolher onde investir esse dinheiro: poderia ser uma festa, uma instituição social... E a criançada escolheu o orfanato da cidade para ajudar. Eles organizaram uma festa com doces e refrigerante para entregar a doação.

“Os alunos puderam ver o outro lado da história, com crianças que precisavam de ajuda. Além dessa experiência, os pais dos alunos foram impactados com essa iniciativa, pois começaram a pensar melhor no dinheiro de casa e quando investir ou economizar. É importante ensinar educação financeira àqueles que vão administrar o país amanhã. A criança que aprende desde cedo o que é dinheiro e como trata-lo tem mais chances de ser bem-sucedido e de contribuir com um mundo melhor”, finaliza Elisângela.

Em qual contexto podemos nos tornar mestres e precursores da mudança? Essa é uma reflexão que nós, da Ação Social Cooperada fazemos diariamente, e que reflete nos nossos 14 anos de atuação e milhares de vidas impactadas. Queremos levar este questionamento a você e sua comunidade também. Somos o início da mudança e somos capazes de fazê-las acontecer. Assim como o João Roberto, o Marlon e a Elisângela, que não tiveram medo de oferecer suas paixões pelo crescimento do próximo.

Comece um trabalho voluntário hoje ou, se tiver um pouco inseguro para começar, conheça nossas histórias de voluntariado ou incentive as instituições da sua cidade e tornarem-se parceiras da Ação Social Cooperada. Peça para elas se cadastrarem aqui!