Vernica, Karina e Thas: Fazendo o mximo, com amor

Verônica, Karina e Thaís: Fazendo o máximo, com amor

As três gerentes da Credicitrus dividem o tempo entre a vida familiar, social, profissional e o trabalho voluntário.

O trabalho voluntário tem várias formas e diversas motivações. Mas o que não muda – e o que temos visto em todas as histórias que contamos aqui – é a dedicação e o amor que são necessários para fazer a mudança, de fato, acontecer.

Depois de contar as histórias da Gislaine, do Paulo, do Gilberto, do Guilherme e do Anderson apresentamos a Verônica, a Karina e a Thaís, três mulheres, gerentes da Credicitrus e exemplos de voluntariado. Embora com atividades diferentes nas instituições em que atuam, elas se parecem na entrega ao realizar um trabalho em prol de quem mais precisa. Conheça estas histórias e inspire-se!

Cura pelo sorriso

A Verônica Devidé, 27 anos, é gerente operacional na Credicitrus de Botucatu e, quando não está neste exercício, é mais conhecida como a Dra. Arnika, a palhaça. Ela conta que é voluntária há pelo menos 8 anos neste ramo. Há cerca de 3 anos fundou com mais 5 amigos a Clínica do Riso, que hoje possui 30 voluntários.

“Sempre foi um desejo meu atuar como voluntária assim e eu faço com toda a alma para fazer valer a pena. Nos separamos em trios e, aos sábados, visitamos os hospitais da cidade, levando um pouco de alegria”.

Mas as visitas não se resumem a apenas momentos de alegria: “Às vezes o paciente está deitado no leito e só quer conversar, ser escutado. E nós emprestamos nossa atenção e também levamos oficinas, histórias e música para animá-los”.

Verônica afirma que trabalho voluntário é deixar o amor crescer para ajudar os outros a semear o amor também. A dica da voluntária para nosso Guia do Bom Voluntariado é humildade: “Para servir os outros e para enfrentarmos juntos o mundo, que não está fácil”.

Instrumento de transformação

A Karina Andriazzi, 43 anos, é gerente de unidade da Credicitrus de Araraquara e, assim como o Anderson, sua missão como voluntária é atuar como uma facilitadora de oportunidades.

“Não atuo somente em uma instituição, mas sempre que vejo uma possibilidade de fazer a diferença, utilizo a abertura que a Credicitrus e a Ação Social Cooperada me dão para fomentar as oportunidades”.

Karina iniciou sua vida de voluntária em uma instituição que acolhia dependentes químicos em Catanduva, onde trabalhava antes de morar em Araraquara. Depois da mudança, ela ficou um tempo longe dessa vocação, até conhecer uma instituição durante suas férias.

“A partir daí, retornei com a minha vontade de fazer a diferença e entrava em contato com as instituições pelas cidades que passava: Em Novo Horizonte, Ibirá, Pindorama... E em todas consegui ajuda através da Ação Social Cooperada. Por isso digo que a Credicitrus tem mudado realidades”.

Inclusive, uma das instituições apoiadas pelo Programa de Parceiras 2019, a Fundação São Pio foi possibilitado pelo incentivo da Karina.

“Com o projeto, a horta da instituição será otimizada, efetivando o trabalho dos atendidos que vendem verduras fresca na cidade. Tenho muito orgulho do meu emprego e das ferramentas que ele me proporciona para ser útil na comunidade e mudar vidas”, emociona-se a voluntária.

Contribuir pelo melhor

A Thaís Ferrari, 40 anos, trabalha na Credicitrus há 15 anos. Há 7, deixou sua cidade natal, Monte Alto, para se tornar gerente da unidade de Garça. Assim como a Karina e a Verônica, a Thaís não atua somente em uma instituição, mas concentra todas as suas energias em fazer o bem a quem estiver precisando.

“Faço parte do Rotary e sempre estou envolvida em campanhas e projetos para auxiliar instituições carentes. Devo isso a minha família, que sempre foi muito atuante neste setor desde quando eu era criança. Sempre que posso eu ajudo e movimento a Credicitrus onde trabalho”.

Thaís mobiliza a equipe e os cooperados em ações, como cestas natalinas no fim do ano e também difunde a Ação Social Cooperada para que todos conheçam e indiquem para instituições se cadastrarem. Além disso, ela mesma vai até as instituições e incentiva a participação no Programa de Parcerias.

“Tento fazer o máximo, principalmente porque a Ação Social Cooperada só é possível por conta dos cooperados. Para ela, um bom voluntário é aquele que tem vontade de ajudar o próximo: “Acredito que seja um exercício diário: se colocar no lugar do outro e ver quanta gente precisa de ajuda. Ser voluntário é contribuir para a construção de uma comunidade cada vez melhor. Aquele que faz o bem aos outros acaba recebendo o bem também”.

Para finalizar, perguntamos à Thaís qual o sonho dela enquanto voluntária: “Meu sonho é que todos tenham um olhar para a sociedade e que se preocupem em ajudar o próximo com alimento, carinho, trabalho e o que mais ele precisar”.

Nossas três personagens inspiradoras reafirmam suas vocações em fazer o bem sem deixarem de ser exemplos dentro de suas unidades enquanto gerentes. O trabalho voluntário, embora pareça muito difícil de ser praticado, necessita de muito menos para ser realizado. Dedicação, amor, criatividade e exemplos como da Thaís, a Karina, a Verônica, o Carlos, a Tia Zezé e a Angélica, são elementos que nos movem para o voluntariado.  

Gestos simples mudam o mundo. Fica a dica de onde começar: Incentive uma instituição da sua cidade a se cadastrar como nossa parceira. Um pequeno passo para você (e a instituição) pode se transformar em uma grande oportunidade para o outro.