Para a Aline, o Cosme e o Jeferson, ser voluntário é estar próximo

29/11/2019

E estender a mão para quem mais precisa de auxílio.

Contribuir em um evento, dedicar algumas horas semanais para ensinar, emprestar a energia para uma manutenção ou reforma. O trabalho voluntário não possui limitações e o único critério é ter vontade e disponibilidade.

Aqui no blog, a Credicitrus e a Coopercitrus, através da Ação Social Cooperada, apresenta diversas histórias de voluntariado cheias de inspiração e empenho. Nos emocionamos com as atitudes do Celso, da Tia Zezé, da Marina e da Tatiane e de tantos outros que dedicam um pouco de si em prol do próximo.

E continuando esta saga por iniciativas que tornam a comunidade melhor, apresentamos a Aline, o Cosme e o Jeferson. Além de colaboradores da Credicitrus, eles surpreendem pela forma como levam o voluntariado em seus contextos: ajudam no que for preciso, mas contribuem para o setor administrativo das instituições que atuam.

Uma excelente forma de alavancar as iniciativas sociais e possibilitar novos projetos, como um empreendimento de geração de renda focado no terceiro setor. Temos falando sobre isso aqui no blog, clique e confira!

O Jeferson Rodrigo de Souza, é gerente de negócios na Credicitrus de Monte Aprazível, SP, e afirma que um bom trabalho voluntário começa assumindo a responsabilidade. Ele conta que começou sua jornada em 2014 em uma obra de caridade ligada à igreja que frequenta, a Congregação Cristã no Brasil.

“Comecei como auxiliar na Obra da Piedade, que faz atendimento às pessoas mais necessitadas. Toda semana eu e a equipe cuidávamos da parte administrativa, com pagamentos, despesas e controle das doações voluntárias. Depois, assumi o cargo de vice-secretário e hoje, sou secretário. Fico responsável pelas atas das reuniões, elaboração dos balancetes e tudo mais”.

Jeferson conta que toda arrecadação do projeto atende 13 cidades que fazem parte da cobertura da igreja. O valor arrecadado é destinado de acordo com as necessidades de cada família cadastrada: pode ser para questões de moradia, saúde, educação, “auxiliamos no que for preciso com boa vontade, tempo e dedicação. Realizar um trabalho voluntário é gratificante e recompensador”, finaliza.

Diferente da motivação do Jeferson, o Cosme Medina Júnior, gerente da unidade Credicitrus em Santa Fé do Sul, SP, teve seu primeiro trabalho voluntário por uma iniciativa da empresa que trabalhava: “Sou voluntário há cerca de 10 anos e tudo começou com o Dia do Voluntário do meu antigo emprego. Gostei e, desde então, decidi me dedicar a estar próximo das instituições sociais”.

Cosme é o tipo de voluntário polivalente e ajuda no que for necessário: “Se precisar auxiliar na limpeza, na organização, no administrativo. Além disso, faço minhas contribuições pessoais a quem precisa e também já fui voluntário no CVV (Centro de Valorização da Vida)”, enumera.

Com os anos de contato com o terceiro setor, Cosme percebeu que em alguns casos o valor financeiro não é a parte mais importante: “Muitos precisam de diálogo, de ter com quem conversar e orientar. Por isso, a minha dica principal para quem deseja começar um trabalho voluntário é ir! Na primeira vez que visitei uma instituição, fiquei alguns minutos do lado de fora tomando coragem e depois que saí da visita, sentei na calçada e chorei. Mas chorei porque vi que em algumas situações de tristeza, há corações transbordando. O segundo passo é ir disposto a fazer o dia daquelas pessoas ser diferente e melhor. Se cada um fizesse um pouco mais, o mundo seria um lugar muito melhor”, conceitua.

Já a Aline Fukuda, assistente de Recursos Humanos na Credicitrus de Bebedouro, SP, começou a fazer do mundo um lugar melhor através do convite de uma amiga, em 2015.

“A Casa de Santa Clara aqui em Bebedouro realiza anualmente campanhas para a venda de panetones e ovos de Páscoa, e essa minha amiga que propôs ajudar nessa parte, que é muito importante para garantir os recursos necessários da instituição”, afirma.

Hoje, a Aline faz parte da diretoria e garante que estar próximo é o segredo para entender os grupos sociais mais necessitados e propor novas possibilidades de melhoria.

“Se dependermos apenas de recursos externos, é impossível manter a qualidade no atendimento. Por isso o voluntário é tão importante. Para começar, porque sem ele nem existiria o terceiro setor. Segundo, porque este olhar para o próximo, com empatia e respeito, faz com que as mudanças aconteçam”, finaliza.

E então, depois desses três exemplos cheios de inspiração e possibilidades, gostaríamos de saber: o que podemos fazer para transformar nossa comunidade e as instituições que fazem parte dela, em lugares mais efetivos, estruturados e repletos de oportunidades para todos?

Seja através de um trabalho voluntário ou até mesmo de uma boa ideia, grandes coisas podem acontecer! E nós, da Ação Social Cooperada, te apoiamos nessa. Se sua instituição já se cadastrou, chegou a hora de inscrever seu projeto de sustentabilidade em nosso site. Clique aqui para ficar por dentro de todas as regras e prazos e clique aqui para elencar seu projeto. Esperamos por você!